Até quando o coordenador de Comunicação da UFPel irá se divertir com essa brincadeira de tira-e-põe Portarias no Portal da Universidade? A instituição é séria e não está para esse tipo de galhofa que se faz às suas custas. É lamentável que a UFPel (seus professores, alunos e funcionários) tenha de sujeitar a esse desrespeito promovido por alguns integrantes da pequenina corte que presta vassalagem ao magnífico - e agora mais internacional que nunca - reitor. Esse desmando todo uma hora terá fim, meu caro coordenador de Comunicação. Ria enquanto pode. Esse riso nervoso, terá um momento de parar. Aí, será a vez das lágrimas.
O MEC e o Ministério Público devem encontrar uma maneira de exigir que a UFPel publique as Portarias. Que a UFPel preste contas de tudo o que faz. Que sua subsidiária Fundação Simon Bolívar e, por tabela, a Fundação Delfim Mendes Silveira, prestem contas do que fazem com o dinheiro público arrancado aos montes do governo federal. Dá trabalho, mas o serviço é simples - até mesmo um jornalista pode fazer, caso se interesse: basta ir aos locais dos "projetos" e ver, realmente, o objeto do projeto e o que foi feito. Conferir os materiais, a verba utilizada, as pessoas que trabalham e o prazo de entrega. Certamente surpresas muito grandes vão aparecer.
Todos sabemos que a instituição é séria. O que nos parece impossível de remover são estas manchas constantes. ASPONES, reitores fictícios, jornalistas que nem de jornaleiros poderiam ser chamados, enfim, essa sensação de impunidade que paira no ar.
ResponderExcluirE quem convive com estas chagas se vê numa encruzilhada: chantagem de um lado, pressão de outro, tráfico de influências aqui, ameaças ali...
É bastante complicado para quem tem filhos a sustentar e que trabalha sério, que passou em um concurso público e se esforçou para tal.
Mais complicado ainda é quando você vê que tudo aquilo que você passou para chegar onde chegou. E depois conferir que meros "aprendizes", sendo benevolente, ocupem cargos que sequer tenham competência para tal (e muito menos formação exigida).
A quem recorrer?
Você até pode achar que o riso seja nervoso. Mas, como falei antes, a sensação de impunidade que paira no ar permite que seja oferecido mais um brinde: àquele que, "ingênuo", crê que se possa mudar o rumo das coisas na Princesa do Sul...
A quem recorrer, Irineu???